A década de 80 geralmente é lembrada como “brega”, principalmente se tratando de música. Os saudosistas desta geração são os responsáveis pela sobrevivência das composições mais populares, porém se tratando de rock, algumas bandas que fizeram grande sucesso são desconhecidas nos dias de hoje. Eu mesmo me surpreendi ao saber que o disco Final Countdown, do Europe (quem?) vendeu nada menos que 6 milhões de cópias! E o primeiro álbum do Asia chegou a 10 milhões! Com certeza dois sucessos absolutos na época.
Portanto não é à toa que nome deste gênero, que é uma espécie de Hard Rock mais melódico e romântico, seja AOR ou Arena Oriented Rock. Acredito que seja por causa dos shows feitos em arenas que sempre lotavam. É uma pena que este estilo tenha ficado tão esquecido, pelo menos aqui no Brasil...
Felizmente, a Som Livre lançou alguns discos (já faz um tempinho até) contendo grandes clássicos do AOR, junto com outras músicas antigas e recentes: o Classic Metal 1 e 2 e o Lovy Metal 1, 2 e 3.
Já no primeiro volume do Classic Metal temos as principais bandas do gênero (Journey e Survivor), além de Kansas, Asia, Europe, que digamos, flertam com o estilo, todos com seus maiores sucessos. O disco ainda chama a atenção por ter Scorpions, Faith No More, Twisted Sister, entre outros. Não exagero em dizer que não há nenhuma música ruim ou média, todas são no mínimo ótimas! O segundo volume segue a mesma fórmula, com algumas músicas menos conhecidas, mas também muito boas.
O Lovy Metal, como o próprio nome diz, segue uma linha mais tranqüila e romântica. O primeiro volume foi o único que escutei, tem mais bandas conhecidas como Whitesnake, Dire Straits, Scorpions, mas também Europe, Winger, Warrant...
Enfim, recomendo muito estes três excelentes discos. As músicas podem parecer ultrapassadas para alguns, mas ouçam com a cabeça aberta. Quem sabe vocês também não viram fãs de AOR... Até mais!
- Postado por: Gabriel às 18h09
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Dica de anime: Dragon Ball
Acredito que indicar Dragon Ball seja chover no molhado, já que praticamente todo mundo conhece e gosta, ou pelo menos já gostou. Mas depois de assistir inteira a primeira saga, decidi “estrear” o blog com ele, justamente como uma homenagem a este desenho que marcou a infância de muita gente.
E falo dos primeiros episódios mesmo, com o Goku criança e um gênero um pouco diferente: ao invés da pancadaria pura de DBZ, aqui o espírito é de aventura e muito humor. Por isso arrisco até a dizer que esta é a minha preferida das três fases.
E também porque, como já comentei, a nostalgia sobre ele é muito forte. Quem não se lembra de assistir ainda no SBT, sempre com a esperança de ver se Goku alcançaria o topo da Torre de Karin, e ter a decepção de ver o primeiro episódio novamente? Eu fui mais um dos que aguardaram anos para ver a continuação, primeiramente no mangá, e depois finalmente na televisão, pela Globo.
Aliás, falando em mangá, me orgulho em dizer que tenho todas as edições guardadinhas, e que já li várias e várias vezes. Se não me engano, DB (junto com Cavaleiros do Zodíaco) foi o primeiro mangá brasileiro a ser publicado com o modo de leitura oriental, da direita para a esquerda, sendo seguido por várias revistas até hoje. Mais um motivo para ser um clássico!
Sobre a história em si, acho que nada há nada muito a ser dito. Se inicia com a procura das esferas do dragão, passando pelo treinamento com o Mestre Kame, os torneios de artes marciais, a luta contra a força Red Ribbon, e por quase metade da série, a batalha contra Piccolo Daimao. È interessante notar como a série vai mudando (também, 153 episódios!) e o final já se parece bastante com DBZ, ficando bem mais sério e centrado nas lutas.
O número grande de episódios tem explicação: originalmente, enquanto o mangá era lançado mensalmente, o anime era exibido toda semana. Por isso, há os chamados “fillers”, episódios extras com histórias que não existem no mangá (porém me parece que a série está sendo relançada no Japão, agora sem os tais fillers), além do que acredito que seja o maior defeito de Dragon Ball: muita enrolação! E olha que eu peguei toda a série de uma só vez, imagine ter que esperar uma semana para ver cada episódio de apenas 20 minutos, e nem sempre adicionando muito à história...
Bem, então é isso, fica aqui a primeira dica do blog. Infelizmente não poderei passar os links de download, tanto de animes quanto de músicas. Mas dêem uma procurada em sites de busca por arquivos torrent, que fica facin de achar qualquer coisa!
Se você já assistiu e gostou, ou gostou da dica, ou gostou do blog, ou mesmo se nunca ouviu falar e acha tudo isso uma merda...só peço pelamor de Deus, deixe um comentário!!!
Até a próxima!
- Postado por: Gabriel às 19h11
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TOP NINE Músicas
Vou colocar algumas músicas que venho escutando bastante nestes últimos dias. Todas são ótimas e recomendo que vocês ouçam! É só clicar em cima da música desejada, e uma janela do youtube se abrirá.
Sabaton - Primo Victoria Vou começar com uma que me surpreendeu: nunca tinha ouvido falar desta banda, mas fiquei interessado em conhecê-los. Pelo que pude ver, a grande maioria das letras deles são sobre guerra e esta fala sobre o Dia D.
Eric Johnson - Cliffs Of Dover Totalmente instrumental e agradável de ser ouvida, já que possui as notas bem limpas. Seu virtuoso compositor já integrou nada menos que o G3, junto com Steve Vai e Joe Satriani.
Metallica - Orion Outra instrumental, do clássico Master Of Puppets. O trecho entre quatro e sete minutos é simplesmente incrível.
Silverchair - Waiting All Day Esta é um pouco mais pop e por isto mesmo, a mais viciante de todas! O refrão é daqueles para se cantar o dia inteiro.
Yes - Love Will Find A Way A fase pop do Yes é rejeitada pelos fãs de rock progressivo, principalmente o Big Generator, que é considerado um dos piores álbuns da banda. Mas esta pérola vale pelo disco inteiro!
Massacration - Evil Papagali A letra e o refrão são engraçadíssimos. Apesar de ser uma banda de brincadeira, o Massacration também consegue tocar um metal de muita qualidade.
Angra - Rebirth Não sou muito fã do Angra, mas tenho que admitir que eles tem algumas músicas excelentes, principalmente as baladas.
Amy Winehouse - Back To Black Fugindo um pouco do rock. A música inteira é bem triste, principalmente o trecho aos 2:40. Para os momentos de fossa.
Pantera - Cemetery Gates Não é à toa que esta é música mais conhecida do Pantera, e é outra música que me fez ter vontade de conhecer melhor a banda.
E então, o que acharam? Comentem!
- Postado por: Gabriel às 15h11
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Apenas...assistam:
...
- Postado por: Gabriel às 06h05
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Novidades
- A busca por um template novo foi grande e nenhum me satisfez completamente. Acabei ficando com este simpático fundo do Matrix. Confesso que a visualização é ruim e a página pode ficar minúscula dependendo da configuração usada, mas foi o melhor que pude encontrar...
- Mudança também no nome: menor e segue o endereço do blog. "Colecionadores de granada sem pino" era engraçado, mas não fazia sentido (apesar que este também não faz) além de estar no plural, não condizendo com meus posts solitários.
- Por último, com a esperança de receber algumas visitas a mais, me cadastrei no BlogBlogs e no Blogalize, que nem sei se ainda funciona.
Os primeiros passos estão dados, agora vem o mais difícil: manter um conteúdo decente!
- Postado por: Gabriel às 12h36
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Brincando de guitarrista
Quem faz faculdade pública sabe que a vida não é fácil, ainda mais um curso de engenharia. O pior é quando você se esquece que precisa estudar e acaba se rendendo às tentações deste mundo. É isto que vem acontecendo comigo ultimamente (tá, sempre aconteceu, mas desta vez eu estava mais determinado a mudar).
Culpa de quê?? Mulheres?? Infelizmente não... Drogas?? Não, mas quase isso... Rock'N'Roll??? Na trave!
Meu novo vício é um jogo que virou moda algum tempo atrás: o famoso Guitar Hero, mais precisamente sua versão genérica Guitar Flash.
Apesar de ser feito em flash, o jogo é muito bom, e sua jogabilidade pode ser comparada com a do próprio GH. O único defeito é que como foi feito por fãs, não há músicas fáceis ou meia-boca, o que pode ser um problema para os iniciantes. Porém, há a opção de se colocar QUALQUER música, tornando assim a jogatina ilimitada.
Outro game excelente é o Frets On Fire, em que é necessário usar a tecla enter para se dar a "palhetada", sendo assim mais fiel à uma guitarra de verdade. Neste também é possível colocar qualquer música e tem até suporte para a guitarra usada no GH. Mas é necessária uma configuração razoável, no meu humilde PC com 256MB de memória por exemplo, fica praticamente impossível jogar.
Para quem sempre quis jogar Guitar Hero, mas não tinha vontade (ou dinheiro) para comprar um videogame, os dois jogos são pratos cheios. Mas já vou avisando para tomar cuidado, porque ambos são extremamente viciantes. Deixem para as férias ou ao menos depois da semana de provas hehe
Quase um ano depois...eis que surge novamente!!! kkkkk
Por alguma razão lembrei do blog. Nesta época de twitter, acho que minhas idéias são grandes demais para 140 caracteres, e vou tentar postar aqui de vez em quando. Mesmo que ninguém leia, é bom ter um espaço só meu, onde possa argumentar comigo mesmo rss
Meu objetivo agora é ter uma coisa mais pessoal, sem o ctrl+c de antigamente, principalmente de imagens, e com mais textos expondo minhas opiniões sobre o que me interessa. Mas se encontrar coisas interessantes, vou ver se coloco aqui também. E ainda pretendo mudar o template, mas essa fica pra próxima.
Se alguém, nem que seja apenas UMA pessoa, ainda lê esta bagaça, por favor deixe um comentério para que eu fique ciente, ok? ;]